O que esperar dos acasalamentos?


Conheça o sistema de julgamento do cavalo pampa brasileiro de sela



Artigos


1)A importânica da Psicologia Equina no treinamento e apresentação em exposições.

2)Adestramento profissional - Base para uma marcha de qualidade

3)Treinamento da marcha em animais jovens

4)Treinamento da marcha em animais adultos


soon...
 
 

Marcha trotada: Observar o sincronismo perfeito na movimentação dos bípedes diagonais. Os tempos de suspensão, necessários para as trocas dos apoios bipedais diagonais, são mínimos. Ao contrário, no trote convencional, estes tempos de suspensão dos quatro cascos no ar são bem definidos. nas marchas trotadas mais cômodas, os tempos de suspensão são substituídos por tempos de apoios monopedais ou quadrupedais. Na foto, a égua Ninja do Marijôjô.

Trote. Nota-se um sincronismo perfeito no deslocamento dos bípedes diagonais, com momentos de suspensão dos quatro cascos, facilmente identificados a olho nú. Simultaneamente aos impactos dos cascos no solo, o cavaleiro sente um forte atrito vertical. O trote é um andamento perfeitamente simétrico na mecânica de locomoção. Na foto, o garanhão AF Itambé.

Marcha batida. Existe um maior predomínio nos tempos de movimentação dos bípedes diagonais (elevação, avanço e apoio) em relação aos tempos de movimentação dos bípedes laterais. Na foto, o garanhão Mistério da Lagoa Negra. Observar a dissociação entre o anterior esquerdo, na metade da fase de avanço, e o posterior direito, ao final da fase de elevação. Quanto mais cômoda for a marcha batida, maior tende a ser a dissociação entre os membros diagonais, resguardando-se condições favoráveis de aprumos, treinamento e equitação.


Marcha Picada. O mecanismo é o inverso àquele descrito anteriormente para a marcha batida. Notar que o posterior direito acaba de tocar o solo, sendo seguido pelo anterior direito. Voltando um pouco, seria visualizado um nítido apoio lateral. Quanto maior for a lateralidade, mais próximo o animal estará da andadura, que é um andamento indesejável, de sincronismo perfeito entre a movimentação dos bípedes laterais, provocando sobre o assento do cavaleiro diversos tipos de abalos, ou atritos: verticais, laterais e longitudinais.


Marcha de Centro - É definida pela nítida dissociação na movimentação dos bípedes diagonais e laterais, dificultando a identificação de um bípede dominante. É uma marcha intermediária, justamente por estar situada em um ponto central, entre a marcha picada e a marcha batida, mantendo uma equidistância dos extremos da andadura e do trote. A marcha de centro é a modalidade que melhor exprime a alternância de deslocamentos na dinâmica de movimentação dos autênticos marchadores. Na verdade a marcha de centro nada mais é do que o passo em velocidade rápida. A sequência e tipos de apoios são idênticos.

      Home
      Origem
      O Nome Pampa
      Tipos de Pelagens
      Genética de Pelagens
      Conformação
      Andamentos
      Como Registrar
      Em Julgamento
      Campeões Nacionais
      Calendário de Exposições
      Mundo Pampa
      Mercado Pampa
      Leilão Virtual
      Dúvidas Online
      Vitrine de Haras
      Biblioteca
      Videoteca
      Cursos
      ABCPAMPA
      Artigos
      Fale Conosco
     

este site é propriedade da Equicenter
produzido pela RDAtecnologia
texto:  Lúcio Sérgio de Andrade - Zootecnista
© 2001 todos os direitos resevados.